MEUS PARCEIROS

domingo, 26 de fevereiro de 2012

DIA NACIONAL DE MISSÕES

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mateus 24.14)

Dia da criança, dia do médico, dia da árvore, dia da ação social, dia... Você já reparou que há dia para quase tudo? Será que é uma forma de homenagem ou uma advertência? Creio que está mais para advertência. O dia comemorativo revela que uma determinada fase da vida humana, uma profissão, um elemento da natureza ou algum serviço de promoção do ser humano precisam ser valorizados.

Na Igreja Presbiteriana Independente temos também os nossos dias comemorativos. No dia 28 de fevereiro comemora-se o “Dia Nacional de Missões”. Foi nesse dia que, em 1856, nasceu o Rev. Caetano Nogueira Junior, conhecido como “o pioneiro da evangelização do sertão do Brasil”. Em função dessa data comemorativa, durante o mês de março costuma-se promover uma campanha que visa levantar uma oferta especial para o trabalho missionário e também para refletir sobre a prática missionária da Igreja. Este ano de 2012, não será realizada nenhuma campanha específica, mas há um apelo para que cada igreja local tenha um tempo de oração pela Secretaria de Evangelização, seus missionários e campos, bem como pela renovação da paixão evangelística na IPI do Brasil.

Jesus fez uma afirmação profética (Mt 24:14), dizendo que o evangelho seria pregado em todo o mundo. Esta afirmação não foi fundamentada na capacidade do homem de entender a vontade de Deus. Também não foi baseada na disposição de se obedecer a ordem de ir e pregar o evangelho a toda criatura. Mas foi firmada no projeto pentecostes (At 2). A igreja recebeu do Senhor o mandato de pregar o evangelho a toda criatura. Recebeu o poder do Espírito Santo para realizar a tarefa. Com base neste fato que Jesus demonstra sua fé na realização da missão da Igreja.

Portanto, temos também que crer que a tarefa é possível. Confiados no Senhor, no poder e capacitação do Espírito Santo e seguindo o exemplo de servos de Deu do passado, como do Rev. Caetano, vamos trabalhar para semear o evangelho de Jesus em Dourados, no Mato Grosso do Sul, no Acre, no Brasil, na América do Sul e no mundo. Só então a igreja irá desfrutar de todos os benefícios e privilégios da eternidade.


Soli Deo Gloria!
Rev. Ezequiel Luz

sábado, 4 de fevereiro de 2012

RECEBA SEM TRABALHAR

“Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça”. (Rm 4.4,5)


Como seria bom se pudéssemos receber sem trabalhar. Mas isso é praticamente impossível. É bem verdade que existem alguns funcionários que tem, em sua conta bancaria, um depósito mensal denominado “provento”. Não trabalham, mas recebem. Estamos falando do conhecido personagem da administração pública brasileira, o “funcionário fantasma”. No entanto a maioria dos mortais tem que trabalhar muito para fazer jus ao seu salário. Precisam de muito esforço, muita luta, muita garra para conseguir realizar seus sonhos.
No relacionamento com Deus acontece algo semelhante. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, deixa claro que o salário que o trabalhador recebe não é presente, mas é um direito por causa do trabalho que realizou. Mas a pessoa que crê é aceita por Deus não porque tem algum direito, mas por causa da fé. A fé faz com que Deus a trate como se não tivesse cometido pecado. Como se fosse uma pessoa inocente.
Nós herdemos de Adão a condição de pecador, a culpa e a vocação para o pecado. Muitos trabalham arduamente para se livrar desta condição. Cumprem com inúmeros deveres religiosos que não tem a menor condição de salvá-las. Mas o que a Bíblia ensina é que Deus trabalha de graça para nossa salvação. Pode-se perceber esta intenção no fato de Jesus Cristo ter se oferecido voluntariamente para morrer em nosso lugar. O sacrifício de Cristo isenta os pecadores de pagar pessoalmente pelas suas transgressões. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23). A salvação, a vida eterna nos é oferecida gratuitamente. Recebemos pela fé, sem trabalhar, sem merecer.
Caro leitor Deus ama você. Ele trabalha de graça para ter você como filho. Aceite pela fé a oferta que Deus faz a você. Receba o titulo de filho de Deus sem trabalhar para isso. Amém!

Soli Deo Gloria
Rev. Ezequiel Luz

sábado, 14 de janeiro de 2012

SOU CONTRA A PALMADINHA

“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo” (Pv 19.18)

Recentemente o projeto de lei que proíbe qualquer tipo de castigo físico em crianças e adolescentes, foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora segue para a tramitação e aprovação no Senado. O projeto prevê que pais que castigarem os filhos sejam encaminhados a programa oficial de proteção à família e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. Prevê ainda uma mudança do novo Código Civil, retirando o dispositivo que não pune pais, responsáveis e educadores pelas palmadas pedagógicas. Esse projeto tramita no Congresso Nacional desde 2003 e é popularmente conhecido como a Lei da Palmadinha. Ele abre a discussão sobre o castigo corporal que se dá à criança como forma de educação e proíbe até mesmo a famosa palmadinha.

A história está recheada de exemplos do uso do castigo corporal como forma de educar. Em Esparta, as crianças eram surradas para que, principalmente os meninos, se tornassem guerreiros fortes e destemidos de dor ou qualquer outro sofrimento. Na cultura hebraica os filhos rebeldes eram castigados fisicamente e se não se corrigissem eram levados aos sacerdotes e apedrejados até a morte (Dt. 21.18-21). Da segunda metade do século XX para cá psicólogos, psiquiatras e educadores se debatem alegando que o castigo físico produz vários males no futuro adulto. Mas não há um consenso entre os profissionais que estudam o comportamento humano.  Há o grupo que condena peremptoriamente toda e qualquer correção física e há o grupo que entende que, na dosagem certa, o castigo é produtivo.

Sou contra a palmadinha. De fato ela não leva a nada. Entendo que a educação deve partir de um coração que ama. Pais que amam seus filhos irão educá-los a maneira bíblica e usar o castigo físico como último recurso, e não como o primeiro. Uma coisa é espancar, ter acesso de raiva, ter descontrole emocional, ter ira na hora de educar. Outra coisa é ter o domínio da situação, estar sereno, saber o que está fazendo e com firmeza e ternura educar o filho. E somente usar a “vara da disciplina” quando todos os recursos educacionais já se esgotaram. A Bíblia não faz apologia da violência contra os filhos. Ela apenas orienta a maneira correta de educar. Inclusive quando diz que é para usar a vara ela adverte que não seja a ponto de matar (Pv 19.18). Completa dizendo que aquele que não usa a disciplina física aborrece ao seu filho, mas o pai ou mãe que ama o filho, cedo o disciplina (Pv. 24.13).

O grande problema está na falta de obediência à Palavra de Deus. Filhos que nunca foram corrigidos com amor e com a vara da disciplina, cedo ou tarde serão corrigidos pela dureza da vida. Há um ditado popular que diz: “se o pai não disciplina, o mundo o fará”. É melhor ser corrigido por alguém que ama do que ser corrigido pela frieza do mundo.

Soli Deo Gloria
Rev. Ezequiel Luz

sábado, 7 de janeiro de 2012

O QUE MUDA EM 2012?

“Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Apocalipse 2.5)

Falar sobre mudanças é muito mais cômodo do que enfrentar um processo de mudança pessoal. Por isso, Tolstói foi certeiro ao dizer: “Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo”. É tão bom e confortável falar que o mundo precisa de mudanças, mas como é difícil olhar para dentro e dizer: eu preciso mudar! Minha vida precisa mudar!

Jesus não começou a seu ministério dizendo: Roma precisa mudar! Tampouco começou sua pregação dizendo: Herodes precisa mudar! Começou pregando: “Arrependei-vos e crede no Evangelho”. Arrependimento na língua grega é “metanóia” – mudança de pensamento, de atitude, de convicção! O arrependimento é a porta de entrada para o processo de mudança na vida cristã. Porém, trata-se de um processo e não de um ato instantâneo. O Cardeal Newmann dizia sempre: “Viver é mudar, e ser perfeito (maduro) é ter mudado muitas vezes”.

Um dos grandes problemas com o nosso cristianismo é que confiamos em Jesus para nos levar para o céu, mas não confiamos nele para mudar o nosso caráter. Existem muitas razões que explicam isso: mudar muitas vezes é um processo doloroso, além disso, novos hábitos levam tempo para que estejam estabelecidos em nossa vida. Outra razão para não mudar é que é difícil encarar a verdade sobre nós mesmos!

Mas, se Jesus é o mesmo ontem, hoje e eternamente, você pode confiar e contar com ele para mudar aquilo que precisa ser mudado na sua vida! Ele mudou o fanático e obstinado Saulo de Tarso! Ele transformou o ignorante e volúvel Pedro. Ele salvou o corrompido e desprezado Zaqueu!

Porque Jesus é o mesmo, nós podemos mudar! Podemos mudar com a graça de Deus. Para um passado de erros, Jesus oferece seu perdão! Para o presente de fraqueza, ele oferece seu poder! Para um futuro cheio de preocupações ele oferece sua promessa: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.

Feliz 2012!

Rev. Valdinei Aparecido Ferreira
Pastor da Catedral Evangélica de São Paulo
(1ª IPI de São Paulo)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

ANO NOVO: ESPERANÇA RENOVADA

“Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar”. (Mt 2.13)


Quantos fatos importantes em 2011! No Brasil, pela primeira vez na história, uma mulher assume a presidência e revela-se em uma liderança firme e bem articulada. Favelas do Rio de Janeiro, antes dominadas por traficantes, são invadidas pela polícia e bandidos são flagrados fugindo a pé. No mundo, floresceu vários protestos, que simbolizaram a insatisfação com o modelo econômico mundial e com regimes de governo autoritários. Ditadores árabes são destronados e o coronel Muammar Kadafi é morto, assim como o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. Presenciamos o declínio do império do euro e do poderio econômico dos Estados Unidos. A plebéia Chaterine Middleton (Kate) torna-se princesa ao se casar na abadia de Westminster com o príncipe William de Gales, herdeiro do trono da Inglaterra. Em 2011 descobrimos que já somos 7 bilhões de pessoas habitando a terra.

E agora com o fim de 2011 aparecem as expectativas para o próximo ano. O que se pretende realizar. O que deve ser corrigido, melhorado. Certamente sua mente já está trabalhando estas e outras questões. E dependendo das circunstâncias físicas e emocionais em que você se encontra, sua atitude pode ser otimista ou pessimista em relação ao ano de 2012.

Dizem que, certa feita, Albert Einstein disse: “Prefiro ser otimista e errar, a ser pessimista e acertar”. Certamente o pessimista terá uma porcentagem de acertos maior do que a porcentagem de erros do otimista. O pessimista está sempre em prejuízo. Diante de uma dificuldade, sofre duas vezes. Uma, por antecipação, e outra, após. O pessimista é um derrotado antes de sê-lo. Seus dias são sempre cinzentos. Para ele a vida não tem cor e o sol não tem brilho.

Quando José e Maria, em sonho, foram avisados de que Herodes procurava matar o filho deles, não hesitaram, fugiram. A fuga fora motivada pelo otimismo quanto às promessas de Deus em relação ao menino Jesus. Elas seriam plenamente cumpridas. Deus iria proteger e guardar o menino. O que de fato aconteceu. Jesus morreu no tempo determinado por Deus e não segundo a vontade de Satanás.

Portanto, queremos desafiá-lo a começar o novo ano com otimismo. Não com esse arremedo de otimismo produzido pelos autores de auto-ajuda. E sim com o otimismo que se alimenta da esperança. Esperança que nos faz crer nas promessas divinas e nos leva a viver uma vida plena e exuberante. Esperança que gera a convicção de que o nosso Salvador nos aguarda na eternidade. Esperança que pode ser renovada a cada ano!

Ano Novo. Tempo de renovar a esperança. Portanto nosso desejo e oração é que “o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz na vossa fé, para que abundeis na esperança pelo poder do Espírito Santo”. (Rm 15.13).

Rev. Ezequiel Luz
Rev. Valdomiro Cardoso Filho

sábado, 24 de dezembro de 2011

A VOLTA DOS ANJOS

“O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (lc 2.10)


“O mundo vive uma nova era dos anjos. Eles desceram dos altares e estão sendo escalados pelas pessoas para atuar ao lado delas nas tarefas mais prosaicas do dia a dia, como no ato de cozinhar, estacionar um carro, achar um objeto perdido ou ir bem numa prova, por exemplo. Assim começa a matéria de capa da Revista ISTOÉ, de 21 de dezembro que trata da redescoberta dos anjos pelo homem moderno. Esse interesse crescente pelos anjos se tornou um filão cobiçado no mercado editorial na área do misticismo e esoterismo.

No entanto, esses anjos cultuados e invocados em nossos dias não têm nada a ver com os relatos bíblicos. Os anjos, segunda a Bíblia, são mensageiros de Deus, espíritos que servem a Deus e ajudam os que vão receber a salvação (1Rs 19.5-7 e Hb 1.14). Ao contrário, os anjos modernos estão mais a serviço do mercado e do lucro do que das pessoas.

O relato bíblico mais bonito sobre o serviço dos anjos conta que na mesma região em que estavam Maria e José hospedados em uma estrebaria, um grupo de pastores cuidava do rebanho durante a noite. O anjo do Senhor apareceu e a luz gloriosa de Deus brilhou por cima dos pastores e eles ficaram com muito medo. Então o anjo disse: “Não tenham medo! Estou aqui a fim de trazer uma boa noticia pra vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês – o Messias, o Senhor!” (Lc 2.8-11). O anjo, o mensageiro de Deus, traz a boa noticia do nascimento de Jesus, o rei que iria promover a justiça e paz, há muito tempo anunciado.

Esse relato descreve o mais importante anúncio do nascimento do nascimento de um rei. Importante porque a simplicidade e ausência de pompa do seu nascimento é um golpe na prepotência e orgulho dos poderosos. Também é importante porque revela o grande amor de Deus pela humanidade, que se fez homem, para resgatá-la das trevas e transportá-la para o Reino da Luz. Por esta razão, a alegria do natal deve ser uma mola propulsora a nos impelir em direção ao próximo e nos aproximar do outro mediado pelo amor.

Os editores e seus escritores místicos e esotéricos deturparam o papel dos anjos em função do lucro. Transformaram-no em um quebra-galho dos homens. Mas, é bom que eles e todas as pessoas saibam, que o anjo que anunciou o nascimento de Jesus voltará na companhia de outros, para trazer o juízo de Deus ao mundo (Ap 15.1; 20.1-3).

Natal tem muita poesia, encantamento, emoção. Mas aqueles que foram alcançados pela Graça de Deus, celebram o natal com alegria e ao mesmo tempo manifestam a esperança na volta do Rei e no estabelecimento definitivo do seu reino de amor, paz, justiça e fraternidade.

Soli Deo Gloria!
Rev. Ezequiel Luz

sábado, 17 de dezembro de 2011

OLHANDO PARA O CÉU

“Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo” (Mt 2.2)

Na manhã de sexta-feira, dia 16, eu e minha esposa estávamos andando pela Marcelino Pires quando reparamos que várias pessoas estavam olhando para o céu. Não resistimos. Paramos o carro e também olhamos para o céu. O que vimos foi um círculo em torno do sol, um fenômeno chamado de halo solar. Segundo os meteorologistas, ele ocorre quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Ele pode ocorrer tanto ao redor do sol, como ao redor da lua cheia.

O halo solar observado em Dourados apareceu por volta de 11h30 e depois sumiu por uns quarenta minutos, mas tornou a reaparecer. O fenômeno chamou a atenção da população. Muitos pararam para olhar para o céu por curiosidade. Mas o homem do campo olha para o céu para tentar descobrir se vai chover ou não. O astrônomo olha para o céu cientificamente com a intenção de estudar a constituição, a posição e os movimentos dos astros. Outros olham para o céu para buscar forças ou agradecer a Deus. “Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai, graças te dou porque me ouviste” (João 11.41). Os evangelhos contam que os magos olhando para o céu viram a estrela e guiados por ela chegaram a Belém e encontraram o menino Jesus em uma manjedoura.

Muitos anos antes dos magos, o profeta Isaias se compadecendo do sofrimento do povo, anuncia o nascimento de um menino. O povo que estava em trevas iria desfrutar de uma grande luz como resultado do governo deste menino. O seu nome seria Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Mais tarde a igreja o identifica como o menino Jesus, o Príncipe da Paz (Mt 4.16). João diz no seu evangelho, que Jesus veio como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que vier a crer nele não permaneça nas trevas (João 12:46).

Já estamos no quarto domingo do Advento. Época do ano em que somos envolvidos pelo corre-corre das compras, das confraternizações, das celebrações. Mas esperamos que em meio a este turbilhão você consiga parar e olhar para o céu. Olhando para o céu pense na grandeza de Deus que criou todo o universo. Deus, da sua imensidão, olhou para mim e para você com olhar de amor e de compaixão, e vendo que estávamos em trevas, enviou Jesus seu único filho para nos salvar e nos dar vida eterna.

Muitos anos, séculos já se passaram, mas a mensagem do Natal continua a mesma. Jesus, o Deus feito gente, veio a este mundo, sofreu o nosso castigo para que pudéssemos ter vida, vida com abundância, vida iluminada. Agora, o que precisamos fazer é tirar nossos olhos dos céus e através da fé em Jesus, proclamar a verdadeira mensagem do Natal.

Soli Deo Gloria
Rev. Ezequiel Luz